sábado, 30 de janeiro de 2010

Conselho Regional de Psicologia realiza palestra solidária em Campo Grande

clip_image002No dia 08 de fevereiro, o Conselho Regional de Psicologia 14ª Região MS/MT (CRP14) realizará, no auditório da OAB/MS (Av. Mato Grosso, 4.700, bairro Carandá Bosque), a palestra “Limites e possibilidades em situação de crise na Divina Comédia de Dante”, na qual será abordada a elaboração das perdas e o processo criativo no trabalho do luto. A abertura será às 19h.

A palestrante do evento, a psicóloga e professora Raquel Alves Neto, especialista em Psicologia Clínica, em Supervisão Clínica e em Metodologia e Didática do ensino superior, fará uma analogia da obra “A Divina Comédia”, escrita durante o exílio do italiano Dante Alighieri. A obra representa a luta na superação da crise com o trabalho psicoterápico, marcando a diferença entre o luto e a melancolia.

O processo criativo na dor e a possibilidade de transcendência serão, portanto, os temas centrais da fala, que ainda terá como fios condutores, os perigos e possibilidades nas situações limite.

Em razão da importância dos temas “perda” e “luto”, tão presentes nesse início de 2010 em que, não apenas o Brasil, mas também o mundo, assistiram perplexos a dizimação de populações por catástrofes naturais, é que as atividades dos eventos serão abertas a toda a população, e não somente aos profissionais da Psicologia.

As inscrições deverão ser feitas pelo e-mail politica.crp14@terra.com.br ou pelo telefone do Conselho, (67) 3382-4801 (falar com Rogério). As vagas são limitadas. Os interessados em participar deverão apenas depositar, no Banco do Brasil - Agência 2959-9, Conta Corrente 22.198-8, o valor de, no mínimo 10 Reais, que será destinado ao auxílio da Associação das Franciscanas Angelinas (Afrangel) – Lar das Crianças com Aids, de Campo Grande. Quem realizar a pré-inscrição no CRP-14 via telefone ou e-mail, deverá, no dia do evento, apresentar o comprovante do depósito. Quem preferir fazer a doação diretamente para a entidade, poderá fazê-la no dia da palestra.

A instituição atende mães portadoras em tratamento e em estado terminal, crianças e adolescentes em regime de internato e semi-internato, além de centenas de famílias com pessoas portadoras de HIV-Aids.

Quem quiser colaborar com o Lar, independentemente do evento do CRP14, poderá apadrinhar uma das crianças ou contribuir com doações em dinheiro, cujos valores variam entre 10 e 50 Reais. Os dados para o depósito são: Banco do Brasil - Agência 2959-9, Conta Corrente 22.198-8 / Campo Grande/MS. Mais informações sobre as doações podem ser obtidas pelo telefone 3365-0590, com a diretora da Afrangel, Irmã Madalena Aparecida da Silva.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Carta sobre o ENADE

Texto sobre o Exame Nacional de Avaliação de Desempenho de Estudantes (ENADE) desenvolvido no Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia (ENEP), ocorrido em Belo Horizonte (MG), de 19 a 25 de julho de 2009, e aprovado no Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia (CONEPSI), em Curitiba (PR), realizado nos dias 5 a 7 de setembro de 2009.

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O que é o Enade?
O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) é um dos procedimentos de avaliação do Sistema nacional e avaliação da Educação Superior (Sinaes), do ministério da educação (MEC). Segundo o MEC, essa prova tem por objetivo avaliar o rendimento dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos dos seus cursos de graduação, suas habilidades e competências.
Essa prova compreende duas partes, uma de conhecimentos gerais, que é igual para todos os cursos, e uma especifica de cada curso. No nosso caso, essa segunda prova é elaborada por uma empresa, a partir de diretrizes organizadas por uma comissão de docentes em Psicologia, eleita no Fórum de Entidades Nacionais de Psicologia Brasileira (FENPB).
O exame ocorre todo ano selecionando alguns cursos para realizarem a prova. Dentre os escolhidos para o ano de 2009, em novembro, esta o de Psicologia. O aluno convocado é obrigado a se apresentar. A ausência do aluno no dia da prova implica na constatação de irregularidade no histórico acadêmico e ficam sem o diploma no final do curso.
Cada estudante recebe uma nota que varia de 0 (zero) a 5 (cinco), e a média das notas de todos os estudantes, agregado a outros indicadores, resulta na nota da instituição. Com esses dados é realizado um ranqueamento das Instituições de Ensino Superior (IES). A partir desse ranqueamento se pauta a política de distribuição de recursos, de forma a privilegiar as melhores colocadas e punir as que obtiverem resultados entendidos como insuficientes.
Além do Enade, o SINAES dispõe de outros instrumentos de avaliação definidos como “auto-avaliação, avaliação externa, condições de ensino e instrumentos de informação (censo e cadastro)” (www.inep.gov.br). Essa parte de avaliação, organizada pela Comissão de Própria Avaliação (CPA) e pela Portaria nº 4 de 5 de agosto de 2008, que regulamenta o Conceito Preliminar de Curso (CPC)*, sendo 30% da nota corresponde à avaliação da infra-estrutura do curso, das instalações físicas, dos recursos didático-pedagógicos, titulação e regime de trabalho dos docentes; 40% da nota do ENADE e 30% do Indicador da Diferença entre o Desempenho (IDD), que considera o desenvolvimento esperado para o aluno daquele curso. Nessa estrutura grande parte da avaliação é retirada apenas da nota do ENADE, cerca de 90%, visto que grande parte da informação é obtida dos formulários preenchidos pelos alunos e de informações do Sistema do Cadastro de Docentes, preenchido pelas IES.

Como avaliamos o Enade.

Compreendemos a importância da constante avaliação dos cursos e das IES, tanto internamente quanto por instancias externas a elas, no sentido de cuidarmos da qualidade do ensino e da responsabilidade na formação de futuros profissionais. Compreendemos também que um processo de avaliação que prioriza as IES que estão melhores avaliadas e pune as que teoricamente estariam piores é uma medida que atua na contramão desse cuidado, uma vez que oferece mais a quem menos precisa, e torna-se apenas uma medida de controle que promove a manutenção e o agravamento das desigualdades estruturais de cada IES.
Outro problema que identificamos nessa avaliação é o fato de que a mesma prova é aplicada em todos os cursos de Psicologia do país, o que faz com que não se respeite as especificidades demandadas de cada região nem tampouco a configuração de cada currículo dos cursos.
As questões das provas englobam conteúdos da teoria da Psicologia e da pratica profissional do psicólogo. Entretanto, a avaliação não possui questões que possam avaliar as estruturas dos cursos: seus currículos, a relação ensino-aprendizagem, a participação dos alunos na elaboração do projeto político pedagógico, questões que, para nos, seriam fundamentais em uma avaliação que de fato se preocupasse em re-elaborar e melhorar os cursos. Também não se tem a preocupação de se investigar quais motivos levaram a fazer com que umas instituições tenham obtido boas notas e outras tivessem notas baixas. Como por exemplo: se determinado conteúdo estava previsto no currículo, se de fato os estudantes tiveram aquele conteúdo, se tiveram boas condições para estudar, se os professores estavam preparados, etc.
O resultado da prova, como dito acima, é utilizado para construir um ranking das universidades, que determina o investimento do governo, privilegiando aquelas que obtiveram melhores resultados em detrimento daquelas em que isso não foi possível. Dessa forma a excelência é construída pela exclusão.
Nessa intenção de não identificar os reais problemas das IES e adotar uma política de “reforço e punição”, podemos perceber uma mudança de concepção do governo sobre a educação: o Estado deixou de ser gestor da educação para fiscalizador do sistema de ensino superior.
Outro uso dado para essa classificação, principalmente nas universidades privadas, é para o marketing dessas instituições, propagandeando suas notas em revistas e outdoors numa lógica de que essa avaliação sirva como garantia da qualidade de seu “produto”. Tanto que muitas universidades montam cursinhos voltados para o ENADE para conseguir boas notas, podendo assim justificar seus aumentos abusivos de mensalidade. Nesse sentido, a idéia de educação como direito é deixado de lado e estimula-se a idéia de educação como bem a ser consumido.

O que fazer?
Diante de todas essas contradições, é fundamental elaborar conjuntamente uma forma de avaliar de fato o ensino superior, inclusive abrangendo alguns princípios citados acima. Entendemos que isso se da por um processo, e demanda reflexão e envolvimento nos variados espaços em que se pensa a educação, onde os estudantes devem fazer parte também.
No entanto, enquanto pensamos e construímos um modelo adequado, o estudante ainda se vê obrigado a se apresentar na prova. O boicote é uma pratica já adotada por diversos cursos, inclusive pela Psicologia em varias Universidades. Esse instrumento foi pensado pelos estudantes de todo o País na tentativa de expressar sua discordância com esse modelo de avaliação.
Nas experiências de boicote, os estudantes convocados se apresentaram a prova, mas não a resolveram, deixando-a em branco e na maioria das vezes, justificaram seu porque, seja escrevendo na própria prova ou colando um adesivo de uma campanha construída pelas Executivas de curso.
O boicote feito por muitos, facilita a explicitação de uma posição política dos estudantes, pois o resultado final, ao contrario de uma nota, aparece o termo “sem conceito”. Essa nomeação se diferencia da nota zero, pois subentende-se que as provas estavam em branco e não com respostas incorretas. Como a maioria das pessoas não conhece o que essa falta de conceito significa, os estudantes que optaram pelo boicote buscaram, de maneira organizada, divulgar suas opiniões sobre o ENADE.
Da mesma maneira que o boicote é um ato político que explicita uma posição, fazer a prova também é um ato político que, mesmo que involuntariamente, acaba por legitimar essa avaliação como adequada.
No ultimo encontro dos estudantes de Psicologia, em um grupo de discussão sobre reforma universitária, foi discutida a importância de construir esse boicote a nível nacional os estudantes entendendo que dessa forma fortaleceríamos essa ação até que um novo modelo de avaliação seja proposto.

* Os dados sobre a divisão da nota de CPC, assim como da análise dessa nota, são retirados de Polidori, Marlis Morosini. 2009. "Políticas de avaliação da educação superior brasileira: provão, sinaes, idd, cpc, igc e...outros índices." Avaliação 14(2): 439-452. < ">http://www.scielo.br/pdf/aval/v14n2/a09v14n2.pdf>;
(clique aqui para baixar a versão para impressão da carta)

 

Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia

sábado, 12 de dezembro de 2009

Convocatória para o Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia - CONEPsi

A Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia (CONEP), através do Conselho Regional de Estudantes de Psicologia do Estado de São Paulo, vem por meio deste convocar a todos/as os/as estudantes e/ou entidades estudantis de Psicologia do Brasil a participarem do Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEPsi que acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de Janeiro de 2010, no DCE da Universidade de São Paulo (USP), situado à Rua da Reitoria, Cidade Universitária da USP, Bairro Butantã – São Paulo – São Paulo. (Ponto de referência dentro do campus: reitoria e o CRUSP)

A Reunião do Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia constitui-se de um espaço de discussões cujas deliberações visam a uma melhor organização do movimento estudantil da psicologia nacionalmente, buscando cada vez mais aproximar os estudantes neste processo de construções.

Para tanto, apresentamos a seguinte Proposta de Pauta:

  1. Encontro Nacional dos Estudantes de Psicologia (ENEP) 2010
  2. Funcionamento e metodologia da CONEP e do CONEPSI
  3. Ato médico
  4. Educação/Avaliação que queremos
  5. VII Congresso Nacional de Psicologia (CNP)

Pedimos que informem quantas pessoas virão de cada local e/ou IES com antecedência pelo site www.coneponline.ning.com.

Informações:

Renata (USP) – (11) 95933915 – renata_conde2006@yahoo.com.br

Patricia (USP) – (11) 96210746 – patriciaburgosleite@gmail.com

Felipe (PUC-SP) – (11) 7993-366 – felipe.bruner@hotmail.com

Luis (PUC-SP) – (11) 83827318 – luisfernando1895@gmail.com

Bel (Unifesp) – (11) 93310569 – bel.keppler@hotmail.com

Bruna (Uniban) – (11) 8895-1073 – bruornellas@gmail.com

Violência Policial no Ato Fora Arruda

Violência Policial no ato Fora Arruda from Raul Cardoso on Vimeo.



Nota do CFESS - Conselho Federal de Serviço Social sobre a Violência Policial no Ato Fora Arruda

CAPSI-UCDB realizou eleições para nova Diretoria Executiva

No dia 25 de novembro ocorreu às eleições para Diretoria Executiva do Centro Acadêmico de Psicologia da Universidade Católica Dom Bosco – CAPSI-UCDB. A eleição foi realizada no período matutino e noturno no Bloco B do campus da UCDB em Campo Grande-MS. Concorreu a eleição somente a chapa intitulada “Professor Reinier Antonius Rozestraten”.

Segundo Ínara Carla Piva Lene da Silva, Presidente da Comissão Eleitoral, o processo foi considerado de tranqüilo e de grande participação dos/as acadêmicos/as. Todo o pleito foi acompanhado pela representante do Diretório Central de Estudantes, Natielle da Silva Braga e por professores do curso de Psicologia.

Cento e dez acadêmicos/as votaram, não havendo nenhum voto em branco e nulo. A chapa eleita, para gestão 2009/2010, recebeu os cento e dez votos a favor e nenhum voto contra.

Veja abaixo os/as membros da referida chapa e suas respectivas funções:

Presidente Walkes Jacques Vargas (RA 106754),

Vice-Presidente Luiz Barbosa de Oliveira Júnior (RA 102774),

Primeiro Secretário Everton de Andrade Soares (RA 125611),

Segunda Secretária Yasmine Braga Theodoro (RA 122537),

Primeira Tesoureira Evelyn Gaspar Balbino (RA 109520),

Segunda Tesoureira Carolina Mendonça (RA 109001),

Diretora de Assuntos Acadêmicos Laíza Piva Mázaro (RA 114357),

Diretor de Comunicação Renato Warszawski de Oliveira (RA 103288),

Diretora de Eventos e Cultura Aline Paiva Lopes (RA 113002),

Suplentes Henrique Henkin Coelho Netto (RA 108367),

Lizandra Carla H. Pereira (RA 120830),

Felipe Schart Féo Ribeiro (RA 116739).

10 razões da Psicologia contra a redução da maioridade penal

1. A adolescência é uma das fases do desenvolvimento dos indivíduos e, por ser um período de grandes transformações, deve ser pensada pela perspectiva educativa. O desafio da sociedade é educar seus jovens, permitindo um desenvolvimento adequado tanto do ponto de vista emocional e social quanto físico;

2. É urgente garantir o tempo social de infância e juventude, com escola de qualidade, visando condições aos jovens para o exercício e vivência de cidadania, que permitirão a construção dos papéis sociais para a constituição da própria sociedade;

3. A adolescência é momento de passagem da infância para a vida adulta. A inserção do jovem no mundo adulto prevê, em nossa sociedade, ações que assegurem este ingresso, de modo a oferecer – lhe as condições sociais e legais, bem como as capacidades educacionais e emocionais necessárias. É preciso garantir essas condições para todos os adolescentes;

4. A adolescência é momento importante na construção de um projeto de vida adulta. Toda atuação da sociedade voltada para esta fase deve ser guiada pela perspectiva de orientação. Um projeto de vida não se constrói com segregação e, sim, pela orientação escolar e profissional ao longo da vida no sistema de educação e trabalho;

5. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) propõe responsabilizaçã o do adolescente que comete ato infracional com aplicação de medidas socioeducativas. O ECA não propõe impunidade. É adequado, do ponto de vista da Psicologia, uma sociedade buscar corrigir a conduta dos seus cidadãos a partir de uma perspectiva educacional, principalmente em se tratando de adolescentes;

6. O critério de fixação da maioridade penal é social, cultural e político, sendo expressão da forma como uma sociedade lida com os conflitos e questões que caracterizam a juventude; implica a eleição de uma lógica que pode ser repressiva ou educativa. Os psicólogos sabem que a repressão não é uma forma adequada de conduta para a constituição de sujeitos sadios. Reduzir a idade penal reduz a igualdade social e não a violência - ameaça, não previne, e punição não corrige;

7. As decisões da sociedade, em todos os âmbitos, não devem jamais desviar a atenção, daqueles que nela vivem, das causas reais de seus problemas. Uma das causas da violência está na imensa desigualdade social e, conseqüentemente, nas péssimas condições de vida a que estão submetidos alguns cidadãos. O debate sobre a redução da maioridade penal é um recorte dos problemas sociais brasileiros que reduz e simplifica a questão;

8. A violência não é solucionada pela culpabilização e pela punição, antes pela ação nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que a produzem. Agir punindo e sem se preocupar em revelar os mecanismos produtores e mantenedores de violência tem como um de seus efeitos principais aumentar a violência;

9. Reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não a causa. É encarcerar mais cedo a população pobre jovem, apostando que ela não tem outro destino ou possibilidade;

10. Reduzir a maioridade penal isenta o Estado do compromisso com a construção de políticas educativas e de atenção para com a juventude. Nossa posição é de reforço a políticas públicas que tenham uma adolescência sadia como meta.

"Se não vejo na criança, uma criança, é porque alguém a violentou antes; e o que vejo é o que sobrou de tudo o que lhe foi tirado".
Herbert de Souza (Betinho)

Conselho Federal de Psicologia

 

O Congresso Nacional volta a debater a questão da Redução da Maioridade Penal.
Clique no link abaixo e envie aos senadores (O projeto de lei está agora no Senado) " as 10 razões da Psicologia contra a redução da maioridade penal".

Clique aqui e envie o seu manifesto

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PSICO FEST


Diretório Central dos Estudantes da UCDB realiza eleição amanhã

Amanhã (12), acontece na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) a eleição da nova presidência do Diretório Central dos Estudantes (DCE), da UCDB. As urnas para a efetuação do voto estarão disponibilizadas em cada bloco da Católica, durante o período normal de aula, matutino e noturno.

CHAPAS
As chapas já estão formadas e divulgando suas propostas, dentre elas a Chapa 1 que tem como candidato à presidência o acadêmico do curso de Direito, Thiago Yatros, e para vice-presidência a aluna da graduação de Medicina Veterinária, Roxanne Diniz. Suas propostas para 2010 se destacam pelo estímulo à participação dos acadêmicos diretamente no DCE, congressos, eventos realizados pela Instituição, Copa de Integração, evento que já se tornou tradição entre os alunos, Rodeio Universitário, além do incentivo à criação de novos centros acadêmicos (C.A’s).

A Chapa 1, ainda promete reivindicar constantes melhorias no transporte público de acesso à UCDB, segurança nos estacionamentos do campus, instalação de catracas próximas às entradas dos blocos (A e C) e sinalização nas vias de acesso à Instituição. Autonomia do DCE do Campus São Gabriel do Oeste e revitalização de algumas áreas do campus da UCDB, como o bosque e passarela coberta para a Biblioteca Pe. Félix Zavattaro, também estão entre as propostas desta Chapa.

A acadêmica Natielle Braga é a candidata à presidência da Chapa 2 e que junto com o candidato à vice, Paulo Massuda, prometem retomar o site e jornal do DCE, criar e assistir efetivamente os Centros Acadêmicos (C.As), organizar campanhas sociais, circuito cultural, banco de sugestões e recepção aos calouros com entrega do Manual do Calouro.

O que é DCE?
O Diretório Central dos Estudantes (DCE) é uma associação civil sem fins lucrativos, de duração indeterminada, sem filiação político-partidária, livre e independente dos órgãos públicos e governamentais, entidade máxima de representação e coordenação dos estudantes da Católica.

O DCE/UCDB serve para representar os estudantes desta universidade, no todo ou em parte, judicial ou extrajudicialmente, dentro de sua competência, além de promover atividades culturais, artísticas e de extensão universitária, tais como cursos, seminários, simpósios, fóruns, jornadas e assemelhados, visando integração, complementação e aprimoramento da formação acadêmica.

Mais informações podem ser adquiridas através do telefone 3312-3432.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Acadêmicos de Psicologia da UCDB realizam Assembléia Geral

Na noite do dia 29 de outubro de 2009, durante o intervalo das aulas, aconteceu a Assembléia Geral dos/as Acadêmicos/as de Psicologia da UCDB. Foi um momento de debates sobre a fomentação do movimento estudantil de psicologia na universidade.
Estiveram presentes vários representantes de classe, representantes do Diretório Central de Estudantes da UCDB e a atual diretoria provisória do CAPSI-UCDB.
Ao decorrer da assembléia surgiram várias propostas de intervenção e de uma melhor articulação do CAPSI-UCDB na universidade. O grande destaque ressaltado por todos/as foi o desafio em tornar popular a nossa entidade de representação dos/as estudantes e aos poucos garantir também o reconhecimento da instituição universitária e da comunidade acadêmica.
Diversos outros assuntos foram tratados, dentre eles a prestação de contas da atual diretoria provisória e principalmente a composição da Comissão Eleitoral responsável pela realização e divulgação das eleições para nova gestão 2009/2010. Depois de muitas discussões a data marcada para realização das eleições será no dia 25 de novembro de 2009, Ínara, Camilla e Bruno voluntariamente se dispuseram para compor a Comissão Eleitoral, que se responsabilizará pelo pleito e receberá inscrições de chapas candidatas até o dia 18 de novembro de 2009.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Treinamentos PMK, RH e Seleção por Competências

Treinamento em Teste PMK

20 horas

Exclusivo para psicólogos e estudantes de Psicologia a partir do 7º semestre
(comprovado com registro no CRP ou carteira de estudante).


O treinamento será ministrado pelas instrutoras: Vania Pereira da Silva, psicóloga, CRP 14\00234-0, Especialista em Psicologia do Trânsito, Perito Examinadora, Especialista em Equipes Multidisciplinares e Segurança de Trânsito, é professora de Avaliação Psicológica e Psicologia do Trânsito em diversas instituições nacionais; Mariene Naegeli, psicóloga CRP 14\00315-0, especialista em Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Qualidade, possui formação de Consultora pela FGV, Mestranda em Psicologia.

Realização pela Psyco RH - Desenvolvimento Estratégico Organizacional, de 16 a 20 de novembro, das 18:00 às 22:00.

Investimento: R$380,00, inclusos coffee break (todos os dias), apostila e certificação de 20 horas.
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Treinamento em Recursos Humanos

15 horas

Instrutora Bernadette Ribeiro - Psicóloga, Especialista em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e Técnica em Administração de Empresas.

Realização pela Psyco RH - Desenvolvimento Estratégico Organizacional, de
07 a 11 de dezembro, das 18:30 às 21:30.

Investimento: R$200,00 para profissionais e R$160,00 para estudantes (de graduação).
Inclusos coffee break (todos os dias), apostila e certificação.
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Treinamento em Descrição de Cargos & Seleção por Competências

15 horas

Instrutora Bernadette Ribeiro - Psicóloga, Especialista em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e Técnica em Administração de Empresas.

Realização, pela Psyco RH - Desenvolvimento Estratégico Organizacional, de 14 e 18 de dezembro de 2009, com direito à certificação, coffee break (todos os dias) e todo material impresso.

Investimento:
R$200,00 para profissionais e R$170,00 para estudantes (de graduação).

Flávio Britto
Supervisor de Administração de Pessoal
(67) 8421-4777
PsycoRH - Desenvolvimento Estratégico